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VÍDEO: empresário é executado a tiros em restaurante no Pará

  
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VÍDEO: empresário é executado a tiros em restaurante no Pará

Empresário é morto a tiros em restaurante de Jacundá

Um empresário foi executado a tiros em , no sudeste do estado. O crime ocorreu nesta terça-feira (20), em um restaurante localizado no centro da cidade.

Uma câmera de segurança registrou o crime. José Leandro Azevedo estava sentado em uma mesa e o criminoso chegou ao local de motocicleta. Ele sacou a arma e fez vários disparos contra a vítima, que morreu na hora. Clientes fugiram assustados, enquanto que o suspeito saiu do local com ajuda de um comparsa que estava na moto.

A Polícia Civil informou que equipes da Delegacia de Jacundá trabalham para identificar e localizar os envolvidos no homicídio do empresário.

Coreia do Sul declara estado de crise grave na saúde devido a greve de internos

Cerca de 60% dos médicos internos estão há quatro dias em greve, obrigando ao cancelamento ou reagendamento de metade das cirurgias em alguns hospitais do país, contra o plano do Governo de aumentar as vagas nas escolas médicas.

Em resposta, o Governo implementou esta sexta-feira várias medidas de mobilização de pessoal e recursos, tornando obrigatória a prestação de serviços de telemedicina em todos os centros médicos e ativando subsídios para a contratação de mais trabalhadores temporários.

As autoridades alargaram ao máximo o horário de consultas nos hospitais públicos e criaram quatro centros de gestão de crises para gerir o transporte de doentes graves. Isto depois de, na terça-feira, terem aberto ao público em geral as urgências dos 12 hospitais militares.

A imprensa da Coreia do Sul referiu casos de pessoas que tiveram de percorrer dezenas de quilómetros e esperar horas para receber atendimento de urgência.

No total, 8.897 médicos estagiários apresentaram a demissão e 7.863 deles (60% dos que trabalham no país) abandonaram efetivamente os seus empregos, de acordo com dados divulgados esta sexta-feira pelo Ministério da Saúde.

Na quarta-feira, o Governo da Coreia do Sul, que emitiu ordens aos internos para o regresso ao trabalho, anunciou que pretende emitir ordens de detenção e ainda deverá acusar aqueles que instigam à greve.

Em causa está uma reforma anunciada pelo Presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, que visa aumentar o número de estudantes admitidos nas escolas médicas em 65%, ou mais 2.000 pessoas por ano, a partir de 2025.

O Governo da Coreia do Sul justifica esta medida como necessária para preparar o país para uma população cada vez mais idosa.

Cerca de 44% dos sul-coreanos terão mais de 65 anos em 2050, de acordo com projeções das autoridades.

O Governo calcula que faltarão 15 mil médicos para atender às necessidades do país até 2035 se nada for feito.

Mas os médicos opõem-se ao projeto por considerarem que a admissão de mais estudantes nas escolas médicas resultará numa queda no nível profissional dos futuros médicos e que a qualidade dos cuidados será prejudicada.

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