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Destruídos 176 ninhos de vespa asiática em 2023 em Castelo Branco

  
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Destruídos 176 ninhos de vespa asiática em 2023 em Castelo Branco

Segundo a informação disponibilizada pelo município de Castelo Branco, “o crescimento exponencial de ninhos é francamente representativo”, o que leva a autarquia a considerar esta espécie invasora “como uma enorme preocupação para a biodiversidade, mas também um risco para a saúde pública”.

No concelho de Castelo Branco, em 2022, foram destruídos cerca de 30 ninhos de vespa velutina e, em 2023, registou-se a destruição de 176 ninhos.

A Câmara Municipal de Castelo Branco prevê que, este ano, o crescimento seja ainda mais acentuado.

Para ajudar a combater a proliferação da vespa velutina, o município lançou uma campanha de sensibilização onde disponibiliza toda a informação relativa ao ciclo de vida deste inseto e ainda a forma como as armadilhas podem ser realizadas.

Recomenda ainda que a comunicação do avistamento de ninhos seja feita através do Serviço Municipal de Proteção Civil ou do ‘site’ https://stopvespa.icnf.pt.

Bem distinta da vespa europeia, a vespa asiática é um inseto mais escuro e um pouco maior, de corpo aveludado e patas amarelas.

Ao alimentar-se de abelhas autóctones e outros insetos polinizadores, a vespa asiática coloca em risco todo o ecossistema e, por isso, representa uma preocupação para toda a comunidade.

Esta espécie de vespa predadora foi introduzida na Europa através do porto de Bordéus, em França, em 2004.

Os primeiros indícios da sua presença em Portugal surgiram em 2011, mas a situação só se agravou a partir do final do ano seguinte.

Ministro das Finanças israelita prioriza destruição do Hamas à libertação dos reféns

Numa entrevista à estação de rádio Kan, o ultranacionalista Bezalel Smotrich, questionado sobre se a libertação dos reféns deveria ser uma prioridade, afirmou que esta questão “não é a mais importante”.

“Porquê fazer uma competição? O que é importante agora? O Hamas tem de ser destruído”, afirmou.

O ministro israelita afirmou que conseguir a libertação dos reféns “é muito importante”, mas sublinhou que procurar esse fim “a qualquer preço” é um “problema”.

“Os reféns devem ser devolvidos, mas é necessário exercer pressão sobre o Hamas”, afirmou Smotrich.

Após estas polémicas declarações, Smotrich lançou uma publicação nas redes sociais em que esclarece que “só destruindo o Hamas e ganhando a guerra” se poderá “devolver todos os reféns”.

Nesse sentido, insistiu na ideia de destruir o Hamas a um hipotético acordo com a milícia em troca da libertação dos sequestrados.

“Os que apelam a um acordo a qualquer preço conduzirão à derrota de Israel na guerra e eliminarão também a possibilidade de os reféns regressarem a casa”, afirmou Smotrich, que exortou os opositores e os membros do gabinete de guerra a porem de lado “a política mesquinha e insensata”.

No início de outubro passado, o Hamas lançou uma série de ataques em território israelita que causaram cerca de 1.200 mortos, com os milicianos a capturarem pelo menos 240 reféns, 100 deles já libertados.

Por seu lado, o exército israelita lançou uma campanha militar na Faixa de Gaza contra as estruturas das milícias palestinianas.

Segundo as autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, o número de mortos na sequência da ofensiva israelita ascende atualmente a quase 30.000, na sua maioria mulheres e crianças.

As autoridades israelitas afirmam que mais de 12.000 membros do Hamas foram mortos nos ataques contra o enclave palestiniano.

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