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Família na Bahia comprou mansões com lucro da venda de maconha; três são presos

  
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Família na Bahia comprou mansões com lucro da venda de maconha; três são presos

Casal é suspeito de participar de esquema de tráfico de drogas na Bahia — Foto: Redes sociais

Três das , que investiga uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Bahia, são da mesma família. Eles são filha, esposa e genro do chefe do grupo criminoso. As informações foram confirmadas ao nesta sexta-feira (23), por uma fonte da Polícia Federal (PF), que não quis ser identificada.

📱 NOTÍCIAS:

Os mandados de prisão e apreensão foram cumpridos na quarta-feira (22) em Feira de Santana, a 100 km de , São Paulo e Brasília. O suspeito de chefiar a organização criminosa, identificado como Rener Umbuzeiro, trocou tiros com os policiais e morreu durante o cumprimento de um mandado de prisão.

Os familiares podem responder por:

suspeita de tráfico de entorpecentes; organização criminosa;lavagem de dinheiro.

A filha, o genro e a esposa de Rener Umbuzeiro foram presos, mas não foi detalhada a participação deles no esquema. Outras duas pessoas, que não tiveram as identidades divulgadas, também foram presas.

Eles seguem detidos nesta sexta-feira (23). O g1 tenta contato com a defesa dos familiares presos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Durante a operação, as contas e imóveis da família foram bloqueados, o que pode totalizar, aproximadamente, R$ 50 milhões.

Hospitais da Coreia do Sul com perturbações com quase 9 mil médicos em protesto

De acordo com fontes oficiais e dados divulgados pelos meios de comunicação local, 71% dos médicos internos do país recusaram trabalhar.

Já o vice-ministro da pasta da saúde, Park Min-soo, aponta para 7.813 internos que não compareceram ao trabalho hoje, cinco vezes mais do que no primeiro dia de um protesto que teve início na segunda-feira.

Para o governo da Coreia do Sul, que já ordenou aos médicos o regresso aos hospitais, esta tomada de posição é ilegal.

“O objetivo principal dos profissionais médicos é proteger a saúde e a vida das pessoas, e qualquer ação coletiva que ameace essa missão é injustificável”, disse Park.

Segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, os cinco principais hospitais do país cancelaram 50% das cirurgias agendadas para hoje.

Um grupo de pacientes que sofrem de doenças graves, incluindo cancro e esclerose lateral amiotrófica, afirmou, em comunicado à AFP, estarem a viver “dias terrivelmente dolorosos”.

Em causa está uma reforma anunciada pelo presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, que visa aumentar o número de estudantes admitidos nas escolas médicas em 65%, ou mais 2.000 pessoas por ano, a partir de 2025.

O governo justifica esta medida como necessária para preparar o país para atender uma população cada vez mais idosa.

Cerca de 44% dos sul-coreanos terão mais de 65 anos em 2050, de acordo com projeções do governo.

A Coreia do Sul tem apenas 2,6 médicos por 1.000 habitantes, segundo a OCDE, em comparação com uma média de 3,7 entre os 37 países membros desta organização de países desenvolvidos.

O governo calcula que faltarão 15 mil médicos para atender às necessidades do país até 2035 se nada for feito.

Mas os médicos opõem-se ao projeto por considerarem que a admissão de mais estudantes nas escolas médicas resultará numa queda no nível profissional dos futuros médicos e que a qualidade dos cuidados será prejudicada.

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