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VÍDEO: Boto Marinho faz carnaval tardio e lota barcas para Paquetá

  
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VÍDEO: Boto Marinho faz carnaval tardio e lota barcas para Paquetá

Boto Marinho faz carnaval tardio e lota barcas para Paquetá

Uma multidão fantasiada de rosa acordou bem cedo neste domingo (25) e lotou a Estação das Barcas da Praça 15, no Centro do . São os foliões do Boto Marinho, bloco de carnaval famoso por sair na Ilha de Paquetá em datas pouco convencionais.

A festa começa já a bordo (veja acima), na barca das 7h — houve uma partida extra às 7h30 para acomodar todos os desfilantes. Para ajudar a passar a quase 1 hora e meia de viagem pela Baía de Guanabara, músicos não deixam ninguém ficar entediado.

Estandartes do Boto Marinho — Foto: Reprodução

O Boto Marinho, que nasceu em 2017, é um bloco querido inclusive pelos moradores de Paquetá. Há um cuidado com o lixo e um esquema com bares e restaurantes para que ninguém faça xixi nas ruas.

Um dos pontos altos do desfile é a parada na casa de Dona Florice, que sempre vai ao portão para prestigiar os músicos e canta com a multidão. Este ano, porém, o bloco mudou o itinerário porque Dona Florice recentemente perdeu um parente.

Ano passado, o Boto Marinho fez um “desfile de inverno” e saiu no dia 2 de setembro, arrastando centenas de foliões.

Festa do Boto Marinho nas barcas — Foto: Reprodução

Foliões na fila das barcas para o Boto Marinho — Foto: Reprodução

Professor viraliza ao mostrar interações com crianças no Ceará

Tio Paulo mostra rotina com interações engraçadas de alunos em escola de Fortaleza.

“Você vai ser o que quando crescer?”, “Você não ganha dinheiro?”, “Você trabalha ou fica só na escola?”. As perguntas seriam até comuns, mas ganham um tom de humor quando feitas por crianças a um professor. Assim são os roteiros improvisados dos vídeos de Paulo Maia, também conhecido como “”. As interações inusitadas viralizam nas redes sociais, ultrapassando os milhões de visualizações, e mostram a rotina dele como professor da educação infantil em .

“A gente vive situações engraçadas todos os dias quando trabalha com crianças porque elas são muito espontâneas, não têm 'papas na língua'. Tudo é muito genuíno”, comentou o professor.

“Até que em um dia, uma aluna perguntou umas coisas muito engraçadas e pensei 'vou gravar e vou pedir para ela repetir'”, explicou Tio Paulo sobre a decisão de filmar os momentos engraçados que vive em sala de aula.

Professor filma perguntas inusitadas de crianças em escola de Fortaleza. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Ele disse que nunca imaginou que os vídeos pudessem viralizar. “Eu postei antes de ir para a escola. Vim trabalhar, passei o dia. Quando foi à noite, que cheguei em casa, o vídeo já tinha centenas de milhares de visualizações”, lembrou o professor. Esse primeiro vídeo chegou a 1 milhão de visualizações.

Paulo é formado em educação física, e começou a trabalhar com educação infantil no ano passado, após ser convocado pela Prefeitura de Fortaleza. Ele é professor de turmas que vão do Infantil I ao Infantil V, com faixa etária de zero a cinco anos, em uma unidade escolar do Bairro Parque Dois Irmãos.

“Depois, comecei a postar mais no Dia dos Professores do ano passado. Uma aluna perguntou se eu trabalhava ou só ficava na escola. Isso é uma pergunta que a gente sempre escuta”, lembrou o professor.

Educação física com crianças

Paulo disse que trabalha com crianças, inclusive, muito pequenas, que chegam até sem saber andar (principalmente no Infantil I). Então, a tarefa de entender cada aluno fica ainda mais necessária.

“Num primeiro momento, a gente vai conhecendo as turmas, entendendo tudo. Com a criança, você precisa se conectar com ela. Senão, ela vai ficar dispersa, sair da sala, fazer bagunça”, explicou.

“A gente trabalha a questão motora. A gente ensina, principalmente, por meio de jogos e brincadeiras. Começa com atividades mais simples, e vão ganhando complexidade ao longo do tempo”, complementou.

Repercussão positiva

Tio Paulo ensina educação física em escola da rede pública de Fortaleza. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Além de ganhar os milhares de seguidores, Paulo disse que todos os comentários que recebeu, pessoalmente, de pais e professores foram positivos.

“Eu evito mostrar o rosto ou qualquer coisa que possa colocar em risco a imagem daquela criança. Tentando me precaver dessa forma, nunca recebi reclamação da escola nem dos pais”, destacou.

“Eu fiquei assustado porque não esperava a repercussão, mas as pessoas se identificaram; os pais, os professores. As pessoas se viram naquela situação porque acontece corriqueiramente com a gente”, complementou.

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