Golden Joker

Pôr do sol coloca Ipanema em 2º lugar em ranking global de praias

  
LIVE      

Golden Joker

Pôr do sol coloca Ipanema em 2º lugar em ranking global de praias

Praia de Ipanema é eleita a 2ª melhor do mundo por guia de viagens

A Praia de Ipanema, na Zona Sul do , foi eleita a 2ª melhor do mundo pelo “Lonely Planet”, um dos guias de viagens mais conceituados do setor. A “campeã” é a The Pass, na cidade australiana de Byron Bay, a quase 800 km de .

Praia de Ipanema, com os Dois Irmãos ao fundo, em um sábado de sol no Rio — Foto: José Raphael Berrêdo/g1

“Best Beaches: 100 of the World’s Most Incredible Beaches” [“Melhores praias: 100 das mais incríveis praias do mundo”, em tradução livre], .

“Enviamos nossos colaboradores para todos os lugares, inclusive em paraísos de difícil acesso, para o novo livro”, explicou a “Lonely Planet”.

O que disseram sobre Ipanema

Pôr do sol visto da orla de Ipanema — Foto: Sisley Monteiro/TV Globo

“Famosa pelo pôr do sol extraordinário e frequentemente aplaudido pelos moradores, a Praia de Ipanema se estende por 3 km. Tribos usam os postos salva-vidas numerados como referência:

Posto 10: onde você encontrará jogos de vôlei, futebol e futevôleiPosto 9: preferido do público da moda, atraindo os mais jovens, artistas e hippies;Em frente à Farme de Amoedo [ou 8,5, para os íntimos]: point da comunidade gay;Posto 8: para onde os crias das favelas vão. Posto 7: popular entre os surfistas.”

A publicação recomenda o metrô. “A estação mais próxima é a General Osório.”

A praia campeã

Praia de The Pass, na Austrália — Foto: Reprodução/GoogleStreetView

The Pass está no ponto mais a leste da , perto de Brisbane, e para a “Lonely Planet” é “um paraíso para os surfistas, com areia rosada e macia”.

“Não importa se você é um profissional ou um novato com a prancha, a baía é para todos e tem aulas para iniciantes”, descreve.

A publicação cita também o midden, uma pilha de conchas e ossos, que aponta “para a rica história aborígene da área” — na Região dos Lagos fluminense, existe algo semelhante, o sambaqui.

Há ainda ao redor da praia de The Pass uma floresta subtropical lar de coalas e perus-do-mato.

Praia de The Pass, na Austrália — Foto: Reprodução/GoogleStreetView

As top 20 praias

The Pass, Byron Bay, AustráliaIpanema, Rio de Janeiro, Ao Maya, Ko Phi-Phi, Ilha Mnemba, Zanzibar, Sarakiniko, Milos Cyclades, Chesterman, Tofino, Cabo San Juan del Guía, Parque Natural Nacional Tayrona, Anse Source d'Argent, La Digue, Balandra, La Paz, Punta Paloma, Tarifa, Punta Rata, Brela, Oeste, Berneray, Rauðasandur, Rosa, Ilha de Padar, Dueodde, Nexø, Keem Bay, Keel, Ruby, Parque Nacional Olímpico, Washington, Stanhope, Parque Nacional da Ilha do Príncipe Eduardo, CanadáRadhanagar, Ilhas Swaraj, Pacífico, Siargao,

Vídeo mostra como é a rotina na praia de Ipanema:

Doguinhos de Ipanema: conheça os 'garçons' mais famosos da praia carioca

Mortes, ataques e medo deixam aldeia de onze mil pessoas deserta em Moçambique

“Primeiro passaram e mataram duas pessoas, passaram em redor da aldeia, passou um dia, no dia seguinte passaram de novo e mataram seis pessoas e queimaram um cubículo do hospital e da escolinha”, descreve à Lusa Lourenço Ancuara, o chefe da aldeia.

Face a isto, a solução tem sido fugir à pressa, nomeadamente para a vila de Chiùre, hoje o último reduto de alguma segurança nas proximidades. Ainda assim, uma viagem de três dias a pé, por campos agrícolas e estradas, num movimento de milhares de pessoas em simultâneo.

Mmala situa-se no posto administrativo de Chiùre-Velho, o mais afetado pelos ataques terroristas na província de Cabo Delgado nos últimos dias, e dista 50 quilómetros de Pemba, capital provincial, percurso que leva mais de três horas a percorrer de carro, numa estrada em permanente ameaça de novos ataques.

Lourenço Ancuara, acabado de chegar à vila de Chiùre, conta que a aldeia ficou deserta: “Ninguém, todos nós abandonámos lá (…) Tenho lá 11.014 habitantes. E não está ninguém lá, abandonaram. Ninguém trouxe nada, saímos só assim mesmo”.

Chegam a pé, de bicicleta, algumas crianças de poucos anos ainda a dormir, depois de noites de medo.

Os ataques ao longo da última semana deixaram a aldeia, onde todos, nas várias comunidades, se dedicam às machambas da agricultura, vazia.

Por agora, ainda não há esperança de regresso e o chefe da aldeia só pede ajuda para os milhares que fugiram de Mmala para outras povoações: “Ainda não temos apoio, não sei se vão nos dar”.

Em Mujipala, comunidade da aldeia de Mmala, vivia Sousa Américo, um camponês de 40 anos. Ao fim de três dias de caminhada com os cinco filhos e centenas de outras pessoas, chegou a Chiùre.

“Lá não mataram ninguém, só que queimaram as 47 casas. Está tudo vazio (…) Chegámos aqui sem nada, estamos a sofrer de fome e a pedir apoio”, desabafa, ainda à entrada de Chiùre, antes de partir para um dos três campos de reassentamento provisórios em escolas que, segundo dados da autarquia, já recebem atualmente 13.000 deslocados na vila, além dos que procuram abrigo em casas de amigos e familiares.

“Lá ninguém está mais. Está tudo vazio”, descreve, receoso com o futuro, enquanto pede apoio.

“A população de lá está aqui sem nada. Estamos quase no alto mar”, lamenta ainda Sousa Américo.

Mustafa Emílio, de 45 anos, também acaba de chegar a Chiùre, que antes desta onda de deslocados contava com 75 mil habitantes. Chegou à espera de refúgio numa casa de familiares.

“Não conseguimos trazer nada. Saímos sem nada”, desabafa.

Pelo menos, diz-se tranquilo por ter conseguido trazer, numa caminhada de mais de três dias de muitos medos, a mulher, os filhos e as irmãs.

Só não percebe porquê: “Eu não sei o que esses malfeitores precisam. Só nos fazem sofrer”.

Após vários meses de relativo regresso à normalidade nos distritos afetados pela violência armada, a província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, tem registado há algumas semanas novas movimentações e ataques de grupos rebeldes, provocando novas vagas de deslocados.

Na quinta-feira, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse, numa visita a Cabo Delgado, que as novas incursões rebeldes resultam de tentativas de grupos armados de recrutar novos membros, considerando que no mês passado a província registou “muita movimentação de terroristas”.

“Eles não conseguem mais fazer recrutamentos nesta província por muitas razões, a consciência [das populações] e então eles querem ver se furam para trazer outros membros para aqui (…) Eles queriam levar crianças e jovens e não foram felizes”, declarou Filipe Nyusi, momentos após orientar uma reunião do Governo em Pemba, capital provincial.

O primeiro-ministro de Moçambique, Adriano Maleiane, admitiu, entretanto, a necessidade de apoio adicional a Cabo Delgado face à fuga de dezenas de pessoas devido aos novos ataques registados naquela província, situação que está a criar “problemas de alimentação”.

A nova vaga de violência armada na província de Cabo Delgado dominou hoje os discursos de reinício das sessões plenárias do parlamento, com a oposição exigindo que o executivo encontre mecanismos de diálogo com os insurgentes.

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou nas últimas semanas vários ataques e vítimas mortais, sobretudo no sul da província de Cabo Delgado.

A província enfrenta há seis anos alguns ataques reivindicados pelo EI, o que levou a uma resposta militar desde julho de 2021, com apoio do Ruanda e da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), libertando distritos junto aos projetos do gás.

Corso do Carnaval de Loulé cancelado hoje devido ao mau tempo
Golden Joker Mapa do site

1234