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Incêndio atinge cabine de força no subsolo do Edifício Itália, prédio histórico no Centro de SP

  
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Incêndio atinge cabine de força no subsolo do Edifício Itália, prédio histórico no Centro de SP

Incêndio atinge subsolo do Edifício Itália, famoso prédio no Centro de SP — Foto: Fernanda Carvalho/TV Globo

Um incêndio atingiu a cabine de força que fica no subsolo do Edifício Itália, famoso prédio do Centro de São Paulo, na tarde deste domingo (18).

Segundo os bombeiros, o fogo foi controlado e ninguém ficou ferido. O prédio foi evacuado por conta do incidente. Ainda de acordo com a corporação, o fogo começou na fiação da cabine.

Incêndio atinge subsolo do Edifício Itália — Foto: Fernanda Carvalho/TV Globo

O Edifício Itália é o segundo mais alto da capital paulista, tem 165 metros de altura e mais de 40 andares. A edificação é um ícone da arquitetura paulistana.

Em 2015, o restaurante do Edifício Itália, no 41º andar, chegou a fechar

Edifício Itália, Centro de SP. — Foto: Reprodução/TV Globo

Associação israelita de ajuda a vítimas de violação acusa Hamas de crimes sexuais

Em relatório, a organização acusou o Hamas de várias agressões sexuais, incluindo violações e mutilações genitais, o que o movimento palestiniano sempre negou.

Os escassos testemunhos diretos e públicos de sobreviventes e a falta de análises médico-legais ainda não permitiram estabelecer um quadro claro destas agressões e da sua dimensão. No seu documento, a associação descreve as agressões como parte integrante dos ataques de 7 de outubro.

Realçou, a propósito, as “similitudes” dos ataques: ao festival de música, aos kibboutz, às bases militares e às pessoas que foram feitas reféns.

As violências sexuais foram feitas sistemática e deliberadamente contra civis israelitas”, afirmou-se no documento, sustentado em testemunhos e entrevistas com testemunhas, mas não com vítimas, por vezes, recuperados dos meios de informação.

Aí se mencionaram “violações, muitas em grupo, sob ameaça de armas”.

Um sobrevivente do ataque ao festival de música é citado da descrição de “um apocalipse de cadáveres, raparigas despidas, algumas na parte de cima do corpo, outras, na de baixo”.

No kibboutz Beeri, onde foram mortos 90 habitantes, os socorristas dizem ter encontrado “corpos com sinais de ataque sexual”.

Agressões sexuais também foram reportadas em bases militares atacadas, com um soldado, citado no relatório, a dizer que viu pelo menos 10 corpos de soldados com sinais de violência sexual.

Alguns reféns libertados também mencionaram a existência de violência sexual. Casos de Chen e Agam Goldstein, que, depois de terem sido libertados ao fim de 51 dias de detenção, disseram que se cruzaram “pelo menos com três mulheres reféns agredidas sexualmente, durante o seu cativeiro”.

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