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Militar guardava 60 armas e 3 mil munições em apartamento incendiado

  
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Militar guardava 60 armas e 3 mil munições em apartamento incendiado

Vigílio Parra Dias, coronel do Exército, responsável por apartamento que pegou fogo em Campinas. — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil procura pelo militar do Exército responsável pelo, na noite deste sábado (24). O local tinha cerca de 60 armas de fogo - entre rifles, fuzis e espingardas - e 3 mil munições, além de uma granada.

(CORREÇÃO: o g1 errou ao informar que o militar era general. Na verdade, segundo o Exército, ele é coronel. A reportagem foi corrigida às 21h10.)

A perícia concluiu, neste domingo (25), que . Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o dono do imóvel não foi localizado após a ocorrência está sendo procurado para prestar esclarecimentos.

Coronel guardava 60 armas e 3 mil munições em apartamento incendiado em Campinas — Foto: Arquivo pessoal

O apartamento é do coronel reformado Vigílio Parra Dias e fica no primeiro andar do condomínio Fênix, na Rua Hércules Florence.

O militar deixou o prédio durante a evacuação e, segundo o boletim de ocorrência, permanecia "em local incerto" até a conclusão do registro, na madrugada de domingo. O g1 tenta contato com o coronel.

O Comando Militar do Sudeste do Exército (CMSE) informou, em nota, que o militar possui certificado de registro válido como atirador, caçador e colecionador.

Armas que eram guardadas em apartamento de coronel em Campinas — Foto: Arquivo pessoal

"Está sendo realizada uma perícia no local para levantamento de mais informações e detalhamento do caso. Militares do Exército acompanham os trabalhos dos órgãos de segurança pública para colaborar com a elucidação dos fatos".

Além das armas e munições, as equipes encontraram uma granada no apartamento. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM foi acionado para verificar a granada. A equipe não conseguiu concluir se ela estava carregada, mas levou para detonação em local seguro. Segundo a corporação, o explosivo é do modelo M36.

Gate foi acionado após incêndio em apartamento que guardava 60 armas e munições em Campinas — Foto: Gustavo Biano/EPTV

Pólvora nos escombros

De acordo com o diretor da Defesa Civil de , Sidney Furtado, o local foi interditado principalmente porque há materiais inflamáveis nos escombros.

"Existe um trabalho ainda muito intenso do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Gate, porque que ainda tem muito material ainda no meio dos escombros. Então enquanto isso não for retirado, não dá para ser liberado o local", explicou.

Segundo ele, por conta das armas e munições, nos escombros há pólvora e isso impossibilita a liberação imediata do local.

"A partir do momento que isso for retirado, todos os escombros e esse material no meio dos escombros, aí poderá ser liberado com uma nova avaliação dos engenheiros do Urbanismo e da Defesa Civil.

Uma moradora do edifício, a auxiliar administrativa Marcia Macedo, contou que conseguiu ir até seu apartamento neste domingo (25) para pegar roupas e medicamentos. "Eu vi muitas armas no chão, bem queimadas, mas eram armas. No primeiro andar, próximo do apartamento", relatou.

Várias explosões

Vídeos gravados por vizinhos do registraram o barulho das explosões causadas pelas munições armazenadas no apartamento que pegou fogo (ouça abaixo).

Mortes de atrizes provocam debate sobre a indústria pornô

Da esq. para dir.: As atrizes pornô Jesse Jane, Kagney Linn Karter e Thaina Fields, — Foto: Reprodução

nesta quinta-feira (15), nos Estados Unidos — a polícia local considera a possibilidade de suicídio. A notícia chega semanas após as mortes das também atrizes pornô Jesse Jane e Thaina Fields, em janeiro deste ano.

, em Oklahoma. Ainda sem causa de morte definida, a perícia trabalha com a hipótese de overdose. Já Fields morreu no Peru, meses depois de fazer críticas à indústria pornô. O motivo de sua a morte também segue indefinido.

Os casos levam a um antigo debate sobre a relação entre a profissão e o desfecho fatídico de histórias como essas.

Pelo menos 14 mortos em novos confrontos intercomunitários no Sudão do Sul
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