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Criminosos invadem residência em SP e roubam 6 fuzis, 4 pistolas, 1 revólver, munições e coletes à prova de balas; vítima é CAC

  
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Criminosos invadem residência em SP e roubam 6 fuzis, 4 pistolas, 1 revólver, munições e coletes à prova de balas; vítima é CAC

31º DP da Vila Carrão, Zona Leste de São Paulo. — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

Criminosos invadiram uma residência e roubaram pelo menos 11 armas (seis fuzis, quatro pistolas e um revólver), além de munições e coletes à prova de balas da casa de um empresário, na Zona Leste de São Paulo. O roubo ocorreu na noite desta quinta-feira (15). A vítima tem registro de Colecionador Atirador e Caçador (CAC) para ter o armamento.

O dono da casa ainda foi sequestrado pelos bandidos, que depois o libertou em outro local, na madrugada desta sexta (16). Ele não se feriu.

O caso foi registrado no 31º Distrito Policial (DP), Vila Carrão, mas a investigação será feita pelo 10º DP, Penha, e 50º DP, Itaim Paulista. A Polícia Civil analisa as imagens das câmeras de segurança para tentar identificar e prender os assaltantes. Ao menos dois criminosos teriam participado do roubo.

As armas não tinham sido localizadas ou recuperadas até a última atualização desta reportagem.

Livre defende que pequenos países devem unir-se na "defesa do direito internacional"

“Ao defender um país, a Ucrânia, que está ameaçado por outro que tem neste momento um líder autoritário, e não tem a ver com o povo russo em si, mas com a Federação Russa como ela é comandada hoje, com arsenal nuclear 28 vezes maior do que a Ucrânia, [esta] faz figura de pequeno país quando está confrontado com a Federação Russa”, afirmou.

Para Rui Tavares, que falava aos jornalistas, em Lisboa, à margem da inauguração da exposição intitulada “Crianças da Ucrânia, Crianças do Mundo”, é necessário defender o “direito internacional” para impedir a hegemonia dos “novos impérios”.

“Nós, Portugal, sabemos que se os pequenos países não se unem na defesa do direito internacional e na defesa da unidade europeia, então nesse caso os novos impérios renascidos no século XXI farão aquilo que quiserem”, alertou.

E sublinhou que o Livre propõe “um projeto europeu democrático” capaz de estabelecer “uma comunidade de defesa europeia” para evitar “depender” de outros países ou de “superpotências”.

Questionado sobre se a posição do PCP em relação à invasão russa da Ucrânia poderá ser prejudicial para a esquerda, Rui Tavares escusou-se a comentar a posição de outros partidos e reafirmou que o Livre tem vindo, “desde antes do primeiro dia”, a alertar “contra o belicismo de Vladimir Putin” e “pela libertação dos presos políticos que estão nas masmorras de Putin”.

“Reafirmamos essa posição como sendo uma posição que achamos que é genuinamente de esquerda, que é genuinamente progressista e que é a que está no interesse da autodeterminação dos povos e dos países médios e pequenos da Europa, como é Portugal também”, considerou.

No seu entender “é mais importante do que nunca que todos os países do Mundo se unam para tirar das prisões de Putin, Vladimir Kara-Murza, que é o opositor russo sobrevivente agora, depois de Navalny que foi basicamente assassinado”.

“Temos de ter Vladimir Kara-Murza cá fora, ele tem de sobreviver porque a Rússia tem de ter uma hipótese de ter uma via soberana e democrática num futuro pós Putin”, acrescentou.

Quando questionado sobre o facto de os debates eleitorais terem deixado de fora as questões internacionais e a cooperação internacional, o cabeça de lista do Livre pelo círculo de Lisboa lamentou e apontou para a necessidade de “mais debates com os oito partidos” e “temáticos”.

Para Rui Tavares, “teria sido, se calhar, mais esclarecedor ter vários debates, de vários partidos” para debater questões relacionadas com as “alterações climáticas e defesa da biodiversidade”, mas também sobre a “política internacional e política europeia”.

“A União Europeia [EU] vai mudar até ao fim desta década de 2030, vai certamente alargar-se, por imperativo geopolítico. A Ucrânia fará parte da UE, como fará a Moldova, como provavelmente fará a Geórgia também e há outros países que têm legitimas expetativas de entrar na UE, isso vai significar para Portugal uma necessidade de reinventar a nossa economia e a nossa sociedade”, alertou.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada em 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a II Guerra Mundial (1939-1945).

Os aliados ocidentais da Ucrânia têm fornecido armamento a Kiev e aprovado sucessivos pacotes de sanções contra interesses russos para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra.

O conflito, que entra agora no terceiro ano, provocou a destruição de importantes infraestruturas em várias áreas na Ucrânia, e um número por determinar de vítimas civis e militares.

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