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Centenas de guardas prisionais concentrados em Lisboa

  
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Centenas de guardas prisionais concentrados em Lisboa

Vigília de guardas prisionaisGuardas prisionais participam uma "marcha fúnebre", carregando um caixão, até ao Ministério da Justiça, para exigir melhores condições e uma equiparação ao suplemento de missão atribuído à PJ, em Lisboa, 22 de fevereiro de 2024. ANTÓNIO COTRIM/LUSA" data-title="Vigília de guardas prisionais - Centenas de guardas prisionais concentrados em Lisboa - SAPO 24"> À hora marcada, pelas 14:00, mais de 100 guardas, vestidos de negro, ocupavam o passeio em frente ao Estabelecimento Prisional de Lisboa, um número que continuou a crescer, apesar da chuva, até às 15:00, hora a que estava previsto os manifestantes começarem a deslocar-se até à Praça do Rossio.

É a partir daí que vão iniciar uma “marcha fúnebre”, carregando um caixão, até ao Ministério da Justiça, explicou à Lusa um dos organizadores.

“Decidimos simbolizar o enterro da guarda prisional, que é o que a tutela tem feito connosco há bastante tempo”, disse Fábio Valente.

O protesto foi promovido por um movimento não sindicalizado de guardas, apesar de ter o apoio do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) e da Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional (ASCCGP).

A principal reivindicação é a equiparação ao suplemento de missão atribuído à Polícia Judiciária (PJ), exigência que tem motivado também os protestos da PSP e da GNR, que decorrem há mais de um mês.

“A senhora ministra da Justiça achou que era penoso o trabalho da PJ. Nós gostávamos de saber se há algo mais penoso do que trabalhar num estabelecimento prisional sem condições de trabalho e enclausurados”, justificou Fábio Valente.

A menos de um mês das eleições legislativas de 10 de março, Fábio Valente diz que os profissionais estão “fartos de promessas”.

“Com o passar dos anos, têm-nos feito promessas, promessas e promessas. O que queremos é coisas concretas, queremos atitudes e que fique já definido o que é que o novo governo irá fazer em relação às forças de segurança”, sublinhou.

Os guardas prisionais têm participado em várias ações de protesto nas últimas semanas, estando em curso uma greve às diligências até dia 25, além de uma greve geral marcada para hoje, que foi convocada pelo SNCGP.

Canadá enviará ajuda à Ucrânia de dois mil milhões de euros em 2024

O acordo firmado entre Justin Trudeau e Volodymyr Zelensky foi anunciado pelo chefe de Estado ucraniano, depois de se ter reunido com o governante canadiano num dos vários encontros com líderes estrangeiros que está a hoje a efetuar, por ocasião do segundo aniversário do início da invasão da Ucrânia pela Rússia.

“Hoje assinámos mais um acordo de segurança que reforça a posição do nosso povo e, em particular, das nossas forças armadas”, escreveu Zelensky nas redes sociais.

O Presidente ucraniano precisou que “o documento prevê a atribuição pelo Canadá, em 2024, de mais de três mil milhões de dólares canadianos (mais de dois mil milhões de euros) em assistência financeira e de defesa à Ucrânia”.

Anteriormente, Zelensky assinou um acordo de cooperação em matéria de segurança a longo prazo com a Itália. A Ucrânia já tinha celebrado pactos semelhantes com o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Dinamarca.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada em 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a II Guerra Mundial (1939-1945).

Os aliados ocidentais da Ucrânia têm fornecido armamento a Kiev e aprovado sucessivos pacotes de sanções contra interesses russos para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra.

O conflito, que entra agora no terceiro ano, provocou a destruição de importantes infraestruturas em várias áreas na Ucrânia, e um número por determinar de vítimas civis e militares.

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