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Egito faz 1.º lançamento aéreo de ajuda humanitária em Gaza

  
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Egito faz 1.º lançamento aéreo de ajuda humanitária em Gaza

Em comunicado, o Exército egípcio indicou que a operação de apoio envolveu outros quatro países – Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar e França -, sem avançar mais detalhes.

Citando fontes egípcias que falaram sob anonimato, a cadeia televisiva estatal Al Qahera News informou que a operação faz parte dos esforços do Egito para “aliviar as áreas afetadas no norte da Faixa de Gaza e fornecer-lhes ajuda urgente”.

Trata-se do primeiro lançamento aéreo de ajuda humanitária por parte do Egito desde o início do atual conflito, tendo um primeiro lote de 10 toneladas de alimentos e ajuda humanitária sido lançado, também hoje, nas zonas do norte da Faixa de Gaza.

A Jordânia, através da organização Haxemita e com o apoio da ONU Mulheres, lançou mais 40 toneladas de pacotes de cuidados de saúde para distribuir entre as mulheres em Gaza, segundo a agência de notícias jordana Petra.

Desde 07 de outubro que a Jordânia realizou 15 lançamentos aéreos de ajuda, além de enviar 60 aviões com ajuda para o Egito transferir através da fronteira de Rafah.

A guerra entre Israel e o Hamas foi desencadeada por um ataque sem precedentes do grupo islamita palestiniano em solo israelita, em 07 de outubro, que causou cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns, segundo as autoridades israelitas.

Em represália, Israel lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza que já provocou quase 30 mil mortos, de acordo com o Hamas, que controla o território desde 2007.

O conflito fez também quase dois milhões de deslocados (mais de 85% dos habitantes), mergulhando o enclave palestiniano sobrepovoado e pobre numa grave crise humanitária, com toda a população afetada por níveis graves de fome que já está a fazer vítimas, segundo a ONU.

Casos de Covid-19 estão em alta na cidade de SP; doença matou mais do que a dengue em 2024

Casos de Covid-19 em alta na cidade de SP — Foto: TV Globo

Os casos de Covid-19 voltaram a crescer na cidade de São Paulo: houve 10.369 registros apenas nas três primeiras semanas de fevereiro, 3,3 mil casos a mais do que em janeiro. Ao todo, foram 17.413 casos até a última quarta-feira (21).

Neste começo de ano, 25 pessoas já morreram por causa da doença na capital.

A procura por testes rápidos nas farmácias é tanta que já há falta do produto em muitas unidades. Hospitais públicos e privados estão recebendo cada vez mais pacientes com sintomas da doença. Os médicos ressaltam que completar o calendário de vacinação é fundamental para evitar casos mais graves.

Covid x dengue: sintomas parecidos

Também aumentou a quantidade de pessoas que vão aos postos de saúde achando que estão com dengue. Mas, em muitos casos, depois de fazerem os testes, descobrem que estão com Covid.

As duas doenças têm alguns sintomas em comum:

Febre Dor de cabeça Dor muscular Diarreia

Mas elas também provocam sintomas diferentes — uma pessoa com dengue pode ter dores fortes atrás dos olhos. Por outro lado, problemas respiratórios, como tosse e falta de ar, são característicos da Covid.

O coronavírus também foi mais letal até então, já que a capital tem uma morte confirmada por dengue.

Vacinas disponíveis

Quem tiver com sintomas, precisa fazer o teste para saber qual deve ser o tratamento. Quem está com dengue, não pode tomar alguns remédios — como os anti-inflamatórios, que aumentam a chance de hemorragias. A melhor proteção contra as duas doenças continua sendo a vacina.

A vacina da dengue está disponível na rede pública somente em algumas cidades e para crianças de 10 a 14 anos;Também é oferecida pela rede particular para quem tem entre 4 e 60 anos;Já a vacina contra Covid é oferecida só pelo SUS;Quem não tomou todas as doses disponíveis, precisa ir até um posto de saúde completar o esquema vacinal. A dose de reforço é feita com a vacina bivalente, que protege contra mais cepas da doença. Quem faz parte de um dos grupos prioritários pode tomar a vacina anualmente ou a cada seis meses.

"O melhor método de se proteger contra a Covid-19 é manter a vacinação em dia. Além disso, a prefeitura segue ofertando atendimento médico em postos de saúde e a testagem para identificação rápida e precoce da Covid-19", apontou Luiz Artur Caldeira, coordenador da Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo.

O infectologista Renato Grinbaum lembra que o intervalo entre as vacinas da dengue e da Covid precisa ser de 30 dias, diz que os conselhos dados durante a pandemia continuam valendo.

A vacinação contra a Covid-19 está disponível em todas as 470 Unidades Básicas de Saúde da capital. A prefeitura reforçou que também há testes em todas as UBSs.

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