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PS deixa passar governo minoritário da AD se perder, Montenegro não esclarece

  
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PS deixa passar governo minoritário da AD se perder, Montenegro não esclarece

Já o presidente do PSD e líder da Aliança Democrática, Luís Montenegro, não esclareceu se, em caso de derrota, aceitará viabilizar um governo minoritário do PS, o que levou Pedro Nuno Santos a acusá-lo de “manter um tabu”.

Estas posições foram transmitidas no único frente a frente entre os dois antes das legislativas antecipadas de 10 de março, transmitido em simultâneo por RTP, SIC e TVI, e que decorre no cineteatro Capitólio, em Lisboa.

“O PS, se não ganhar, não apresentará uma moção de rejeição nem viabilizará nenhuma moção de rejeição se houver vitória da AD”, anunciou Pedro Nuno Santos.

À pergunta se estaria disponível para viabilizar o primeiro Orçamento do Estado de um governo minoritário liderado pelo PSD, o líder socialista considerou que essa garantia seria “o pior serviço” que poderia prestar, ao comprometer-se com um documento não conhecido, e que deverá ter opções contrárias às que defende o PS.

“Haveria alguém a abrir champanhe em casa”, avisou, considerando que também o líder do PSD não pode dar essa garantia quanto a um orçamento socialista.

Já Luís Montenegro apenas repetiu que irá lutar por uma maioria estável, considerando ser “muito alcançável” a possibilidade de ter maioria com a IL, e que se não o conseguir governará em maioria relativa.

Quanto ao orçamento, disse que fará o que é “saudável e normal” em democracia, negociando-o “com todos os partidos com representação parlamentar”, em particular com o maior partido da oposição, o PS.

Perante a acusação de Pedro Nuno Santos de que está a “manter um tabu” ao não responder se viabilizaria um executivo minoritário liderado pelo PS, respondeu: “Não há tabu nenhum, estou concentrado em ganhar eleições”.

“O PSD quer exigir ao PS o que não está disponível para garantir ao PS”, criticou o secretário-geral do socialista.

Segurança Social atribuiu mais de 100 mil pensões de forma automática desde 2021

“O número de pensões atribuídas através do mecanismo Pensão na Hora, lançado em 2021, totaliza agora 100 mil”, indicou o Instituto de Segurança Social (ISS) no comunicado.

O sistema de Pensão na Hora permite a atribuição, aos beneficiários do sistema de segurança social português, da pensão de velhice em menos de 24 horas.

“80% dos pedidos de pensões de velhice requeridos em janeiro de 2024 foram atribuídos automaticamente através do mecanismo da Pensão na Hora”, destacou.

“Ao fazer o pedido da Pensão na Hora na Segurança Social Direta, o cidadão pode visualizar o valor da pensão de velhice com os detalhes da carreira contributiva”, indicou, aconselhando ainda os trabalhadores a consultar a página e verificar a sua carreira contributiva.

Para a atribuição da Pensão na Hora os requerentes devem ter a “idade pessoal de acesso”, o “número de anos de descontos necessários para acesso à pensão” e estar abrangidos “pelo regime normal de reforma, não tendo carreiras especiais”.

Devem ainda ser residentes em Portugal, ou ter IBAN registado, e não ter dívidas à Segurança Social, como trabalhador independente, lembrou o ISS.

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